 Confraria do Velhote quer sede social
O chanceler da Confraria do Velhote lembrou a necessidade de a agremiação ter a sua sede social, conforme proposta já entregue à câmara municipal. Foi antes da cerimónia de entronização de novos confrades e confreiras que decorreu no Cine-Brazão, em Valadares.
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Entidades oficiais de Vila Nova de Gaia e confrarias de todo o País, e ainda uma francesa, estiveram no sábado em Valadares para o IV Capítulo da Confraria do Velhote (o doce tradicional da localidade), que coincidiu com a festa do Senhor dos Aflitos.
O ponto alto do encontro dos confrades e confreiras foi uma cerimónia – muito pomposa e com diversa simbologia naturalmente associada ao espírito das confrarias – que decorreu no renovado Cine-Brazão, durante a qual foram entronizados novos elementos da confraria e reconhecidas, com o título honorífico, algumas figuras conhecidas.
Num discurso complexo, o chanceler falou da cerimónia e da actualidade da agremiação. Armando Costa apontou no seu discurso a necessidade de a confraria ter uma sede social onde possa desenvolver a actividade, nomeadamente a validação das autorizações para as pastelarias que pretendam confeccionar o doce.
Fundação da confraria
Por volta de 1998, um grupo de amigos encabeçado por Armindo Costa organizava um mensal jantar-tertúlia num restaurante típico de Valadares. Num desses encontros, segundo contam, surgiu a ideia de tornar estes encontros em reuniões oficiais de uma Confraria que honrasse um dos ex-libris de Valadares: o Velhote. A conversa com Joaquim Gomes e Carlos Adegas desde logo começou a tomar forma. Em 2003 foi o ano em que a instituição surgiu oficialmente, para ser reconhecida, no ano seguinte, no Congresso das Confrarias Portuguesas. |